Sou bipolar e não me esforço nem um pouco pra mudar. Posso estar rindo de suas piadas, mas não estar achando a menor graça nelas. Talvez eu te ame muito agora, mas amanhã posso estar tendo o sentimento oposto em relação a você. Hoje, posso estar em paz com mim mesma, mas amanhã? Posso estar virada no capeta, e querer matar todo mundo que ousar a aparecer em minha frente. Não espere palavras bonitas de minha boca, porque eu não forço amizade. Se te amo, te amo, não preciso e nem vou espalhar aos quatro ventos o meu amor. Posso estar sofrendo, e te dizer que está tudo bem, afinal, você não tem culpa de meus problemas, e não precisa nem um pouco saber de mim. Se hoje converso com você, aproveite, porque amanhã, talvez eu te ignore e não venha com esse papinho de fazer o que é certo, porque eu ainda pretendo errar muito.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
This is me
Sou bipolar e não me esforço nem um pouco pra mudar. Posso estar rindo de suas piadas, mas não estar achando a menor graça nelas. Talvez eu te ame muito agora, mas amanhã posso estar tendo o sentimento oposto em relação a você. Hoje, posso estar em paz com mim mesma, mas amanhã? Posso estar virada no capeta, e querer matar todo mundo que ousar a aparecer em minha frente. Não espere palavras bonitas de minha boca, porque eu não forço amizade. Se te amo, te amo, não preciso e nem vou espalhar aos quatro ventos o meu amor. Posso estar sofrendo, e te dizer que está tudo bem, afinal, você não tem culpa de meus problemas, e não precisa nem um pouco saber de mim. Se hoje converso com você, aproveite, porque amanhã, talvez eu te ignore e não venha com esse papinho de fazer o que é certo, porque eu ainda pretendo errar muito.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Um dia foi ao contrário..
Você não imagina o quanto dói em mim ter que aceitar que não te tenho ao meu lado, que o meu sorriso não é qual te faz sorrir. Que minha imagem não é a primeira coisa que vem em sua mente quando acorda, que meu nome é a primeira coisa em que pensa em seu dia. Não é comigo com quem você sonha, com quem você quer estar em todos os momentos que precisa de alguém. Apenas deveria ser eu ao seu lado, te abraçando, te fazendo rir com qualquer bobagem, olhando em seus olhos e percebendo que isso era tudo o que eu sempre quis. Deveria ser eu quem faz teu coração disparar e que, ao pensar em amor, te faça acreditar que ele existe e que com ele tudo é possível. E eu pudesse ser a única pessoa no mundo que pudesse te fazer feliz. Tudo isso deveria ser eu… você deveria ser meu.
domingo, 21 de novembro de 2010
Fique comigo, isto é o que eu preciso.
Há certas horas em que não precisamos de um amor. Não precisamos da paixão desmedida. Não queremos beijo na boca. E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama. Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado, sem nada dizer. Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir. Alguém que ria de nossas piadas sem graça, que ache nossas tristezas as maiores do mundo, que nos teça elogios sem fim e que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade inquestionável. Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado, alguém que nos possa dizer: acho que você está errado, mas estou do seu lado... ou alguém que apenas diga: sou seu amor e estou aqui!
domingo, 7 de novembro de 2010
One love.
Quero um amor! Não, não, não é bem assim. Eu quero alguém que me prove que amar é legal, que não é uma atitude sem noção de uma pessoa sem cérebro. Quero quem me faça pensar que amar não tem compromisso, desconfiança e ciumes. Quero aquele que só de segurar minhas mãos vai me mostrar que amar não é em vão! Este seria o cara certo. O cara que me faria ir ao céu e voltar com seu beijo, respeitaria minha dor de cabeça e não censuraria meu jeito de falar ou me vestir! O cara que fosse à qualquer lugar do mundo ao meu lado, que provasse, pelo menos uma vez, que eu estou errada e me chamasse de teimosa! Esse cara me faria perder uma festa por sua causa ou ir busca-lo no futebol. Esse cara brincaria de lutinha comigo e não teria dó de me bater, roubaria no poker e me deixaria pobre sem peso nenhum na consciência, me daria um colar de pimenta de presente e diria que eu sou a mulher mais linda do mundo. Me traria café na cama com uma rosa e me daria muitas almofadas de presente. Esse cara, ganharia meu respeito, minha admiração, minha raiva, as vezes e meu amor, TODO O MEU AMOR! Quando esse cara aparecer e me fizer ir à loucura por sua causa, eu me apaixonarei, me envolverei e me entregarei, de corpo e alma! Mas enquanto ele não vem.. (deixe assim fica subentendido)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Não sou feita pra que me entendam.

Sou desorganizada, paranóica, tenho nojo de quase tudo. Sou romantica, até demais às vezes, sou carente, animada, mau humorada. Sei convencer os outros quase sempre, pois sou muito teimosa. Odeio que me obriguem a fazer as coisas, ou que me cobrem algo. Por mais que às vezes não tenha coragem de fazer algumas coisas que eu queira fazer, outras vezes vou e faço logo. Não sou feita pra que me entendam, pois nem eu me entendo. Não preciso da pena, nem da falsidade de ninguém. Sou complicada demais, mas ao mesmo tempo simples.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Infância!
Tive a oportunidade de viver a infância nos anos 90. Dizem que foi a melhor década para ser criança, sinceramente acredito que seja verdade. Principalmente comparada com a (não) infância atual. Naquela época as crianças podiam brincar nas ruas: queimada, passa anel, gato mia, detective de papel, amarelinha, pular corda, adedonha. Brincadeiras que a ‘nova geração’ quase não sabe que existem. E a televisão? Sem dúvidas era muito melhor (ou menos pior) do que a de hoje em dia. Pelo menos relacionada à desenhos animados. Quem não se lembra dos clássicos: O Fantástico Mundo de Bob, Doug Funnie, Pokémon, Digimon, Sailor Moon, Cavalo de fogo, Bananas de Pijamas. Os desenhos animados não incitavam a violência, preconceito, discriminação. Bons tempos. Backstreet Boys, N’sync, Spice Girls, Sandy & Jr, Chiquititas, Mamonas Assassinas: não conheço ninguém que tenha vergonha em admitir que ouvia. E a tecnologia? Eram poucos os que tinham um vídeo game: atari, game boy, mini game. E a maioria que usava, normalmente não trocava um dia inteiro brincando na rua por eles, jogavam a noite, em casa. Quem nunca colecionou tazo ou os gelocos da coca-cola? Quem nunca teve lego? Quem nunca teve um tamagoshi? Nos anos 90, maquiagem era coisa de gente grande, meninos fugiam de meninas, ou brincavam juntos. Crianças corriam na rua, subiam em árvore, se machucavam e morriam de medo de ter que passar merthiolate (que ardia – e muito). Naquela época, havia amor de verdade, amizade de verdade, infância de verdade. Eu vivi a infância da década de 90 e afirmo: vai ser difícil existir uma melhor. Agora me pergunto: o que será dessa nova geração que vive grudada na frente de um computador, ou de um vídeo game? O que será dessa nova geração que amadurece cada vez mais cedo? O que será dessa nova geração que não quer ser criança? Se pedirem um conselho, eu dou. Aproveite. A infância é a fase mais divertida da vida. Você pode se machucar, chorar e correr pro colo da mãe. Pode falar o que pensa e o que sente. Você pode ser quem você é sem se preocupar com o que os outros vão pensar. Você pode ser criança! A melhor coisa é depois de muito tempo se lembrar de tudo o que passou e dizer: Ah, que saudade!
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